Considerando a clínica com bebês, numa situação de recusa alimentar por parte do bebê, o psicólogo deve:
Auxiliar a mãe do bebê que recusa a alimentação a suportar essa posição subjetiva do bebê, salvo em casos onde essa recusa o coloque em risco vital
Orientar a equipe de cuidadores, caso o bebê não seja cuidado pela mãe ou figura que a substitua, a não deixar de alimentá-lo diante de sua recusa, pois ele já está em uma situação de privação afetiva e a alimentação entrará nessa relação como esse cuidado carregado de afeto
Orientar o pediatra a apoiar a mãe em sua angústia, dizendo a ela para mudar o leite ou o ritmo das mamadas a fim de solucionar essa dificuldade. Isso porque o mais importante é que o binômio mãe-bebê possa construir um bom vínculo afetivo e a dificuldade de alimentação sempre reflete dificuldades na relação
Intervir junto ao pai para que este não diga à mãe que ela deve parar de insistir na tentativa de dar comida para o bebê, pois, além de deixá-la mais ansiosa e estressada, pode fazer com que o bebê se desestabilize organicamente pela falta dos nutrientes necessários, que devem ser ingeridos a cada 3 horas
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.