Uma paciente de 50 anos de idade, portadora de hipertensão arterial sistêmica, com diagnóstico há 10 anos, evoluiu, há 7 anos, com doença renal crônica e há 4 anos está em hemodiálise. Possui como acesso, fístula arteriovenosa em membro superior esquerdo. Exames mensais evidenciaram hemoglobina = 7.8 g/dL; ferritina = 400 ng/mL; índice de saturação de transferrina = 30%; ureia pré-diálise = 180 mg/dL; ureia pós-diálise = 40 mg/dL; creatinina = 6.8 mg/dL; PTH = 680 pg/mL; cálcio sérico = 8.6 mg/dL; albumina sérica = 3.8 g/dL; fósforo 7.8 mg/dL; KtV = 1,84. Medicações em uso: alfapoetina subcutânea 3 x/semana; acetato de cálcio 600 mg, 02 cp após as refeições; calcitriol 0,25 mcg via oral, 1cp por dia; losartana 50 mg 12/12 h; anlodipino 10mg/dia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A convecção, principal mecanismo de remoção de toxinas no decorrer da hemodiálise convencional, baseia-se no movimento de solutos de um compartimento para o outro, através de uma membrana semipermeável, com base no gradiente de concentração entre dois compartimentos.