Ao fazermos a monitorização hemodinâmica de uma paciente grávida no último trimestre, devemos supor grandes diferenças em vários parâmetros hemodinâmicos.
Aumento da oferta de oxigênio por elevação do débito cardíaco e aumento do consumo de oxigênio pelo acréscimo metabólico do feto.
Aumento da resistência arterial sistêmica, devido ao bloqueio do retorno venoso, representado pelo volume uterino sobre a veia cava inferior.
Hipertensão arterial pulmonar, devido ao aumento da resistência vascular secundária à limitação do volume pulmonar total.
Redução da diurese, devido à redução do fluxo sanguíneo renal secundário ao desvio de sangue para o feto e a placenta.
Redução do débito cardíaco devido ao aumento da pressão intra-abdominal, que compromete o retorno venoso.
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