O acidente vascular cerebral (AVC) é uma condição que pode resultar em prejuízo neurológico e levar à incapacidade e à morte. As respectivas manifestações frequentemente envolvem fraqueza muscular, espasticidade e padrões motores atípicos. É uma das doenças que mais exigem atendimentos por parte dos fisioterapeutas que lidam com assistência em unidades de Saúde da Família. A etiologia mais comum do AVC decorre de doenças cardiovasculares: doença valvular, infarto do miocárdio, arritmias, doença cardíaca congênita e doenças sistêmicas. Os acidentes vasculares cerebrais isquêmicos (AVCi) também podem ocorrer em decorrência de uma perfusão sistêmica baixa, como resultado de insuficiência cardíaca ou de perda importante de sangue com a consequente hipotensão sistêmica. Entre os fatores de risco modificáveis, destacam-se a hipertensão arterial, por apresentar alta prevalência, e a diabetes mellitus, por apresentar susceptibilidade à aterosclerose das artérias coronárias, cerebrais e periféricas, fator de risco relacionado à cardiopatia isquêmica e à obesidade. A atuação do fisioterapeuta como promotor de saúde em comunidades com assistência efetiva na prevenção e no tratamento desse acometimento é uma das estratégias amplamente empregadas pelo Sistema Único de Saúde.
Em relação à atuação geral do fisioterapeuta na reabilitação e na promoção em saúde, julgue os itens a seguir.
Os comprometimentos indiretos consequentes do AVC são tromboembolismo venoso, rachaduras na pele, diminuição da flexibilidade, subluxação e dor no ombro, distrofia reflexa simpática e descondicionamento.