Sobre a avaliação clínica fonoaudiológica da disfagia infantil, é incorreto afirmar:
É necessário realizar anamnese detalhada, com investigação das preferências alimentares, consistências e utensílios utilizados, condições nutricionais, ganho de peso e dinâmica familiar durante as refeições.
A avaliação das estruturas orofaciais inclui a observação do tônus, postura, mobilidade, sensibilidade, simetria, integridade e conformação das estruturas orofaciais, bem como a pesquisa de reflexos adaptativos e protetivos.
A realização de ausculta cervical deve ocorrer prioritariamente no início e no final da avaliação com alimento, momentos em que ocorrem com mais frequência a penetração e a aspiração laringotraqueal.
A qualidade vocal deve ser observada antes e após a oferta e sempre que o examinador desconfiar da ocorrência de penetração laríngea.
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