Sobre a imunogenética do lúpus eritematoso sistêmico (LES), é correto afirmar que
mutações do gene TREX-1 podem determinar o aparecimento de LES, uma vez que permitem que o RNA celular não degradado estimule o sistema imune inato a produzir interferon tipo II.
a deficiência de C2 é a disfunção do complemento mais comum, sendo a principal alteração relacionada com o surgimento da doença.
a metilação anormal das células T tem forte associação com o surgimento do LES e da exacerbação de atividade inflamatória, ao longo de sua evolução.
apesar de mais frequente em mulheres, a doença não apresenta maior prevalência em homens com síndrome de Klinefelter (47, XXY), quando comparados com homens normais (46, XY).
vários estudos demonstram a forte associação genética da doença, entretanto irmãos gêmeos monozigóticos e dizigóticos têm, praticamente, igual probabilidade de desenvolver a doença, ao longo de suas vidas.
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