Em 1928, Alexander Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos, quando descobriu a penicilina. A descoberta da penicilina deu-se em condições peculiaríssimas, graças a uma sequência de acontecimentos imprevistos e surpreendentes. No mês de agosto daquele ano, Fleming tirou férias e, por esquecimento, deixou algumas placas com culturas de estafilococos sobre a mesa, em lugar de guardá-las na geladeira ou inutilizá-las, como seria natural. Quando retornou ao trabalho, em setembro, observou que algumas das placas estavam contaminadas com mofo, fato que é relativamente frequente. Colocou-as, então, em uma bandeja para limpeza e esterilização com lisol. Nesse exato momento, entrou no laboratório um seu colega, Dr. Pryce, e lhe perguntou como iam suas pesquisas. Fleming apanhou novamente as placas para explicar alguns detalhes ao seu colega sobre as culturas de estafilococos que estava realizando, quando notou que havia, em uma das placas, um halo transparente em torno do mofo contaminante [...]. O assunto foi discutido entre ambos, e Fleming decidiu fazer algumas culturas do mofo para estudo posterior. (A PENICILINA..., 2012).
Com base na análise do contexto em que se deu a descoberta da penicilina e sua posterior aplicação aos seres humanos, é uma consideração pertinente:
Placas de Petri devem ser parcialmente preenchidas com uma solução de ágar contendo nutrientes indispensáveis ao metabolismo das bactérias em cultura.
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