Magna Concursos
2206048 Ano: 2018
Disciplina: Educação Artística
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Maringá-PR
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TEXTO 1:
“Historiador e crítico de renome internacional, especialista na arte dos séculos XVI e XVII, Claudio Strinati reflete sobre arte e cultura contemporânea (...).
Revista Carta Capital: Essas considerações são convincentes, mas o juízo de valor é sempre legítimo. Tem valor quem vende caveiras com diamantes ou estátuas de cachorros de aço a peso de ouro?
Carlos Strinati: Você quer me dizer que Damien Hirst é uma porcaria. Feitos os esclarecimentos acima, eu não tenho nenhuma dificuldade em concordar e afirmar que ele não é um grande artista, mas com isso não demonstramos nada, porque sempre vão existir outros com opiniões diferentes da nossa. O juízo sobre a obra de arte é muito difícil: o que hoje pode parecer banal poderá, dentro de 500 anos, parecer interessante, e vice-versa. De qualquer forma, o Hirst conseguiu um objetivo: estamos falando dele. No mundo de hoje, como no passado, isso é fundamental.”
(“A arte contemporânea não existe” – Revista
Carta Capital – disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/813/a-arte-contemporanea-nao-existe-8249.html)
TEXTO 2:
“Artistas quebram regras e costumes; críticos e curadores posam como gente sofisticada capaz de entender significados ocultos às pessoas comuns; jornalistas tratam de ampliar a importância que esse pequeno mundo dá a si próprio. Em comum, artistas, críticos e jornalistas de arte rejeitam o gosto e os gêneros populares como expressões corrompidas, sentimentais e simplórias.”
(“Como a transgressão se tornou um clichê da arte contemporânea” – Gazeta do Povo – disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/politicamente-incorreto/2017/09/29/como-transgressao-se-tornou-um-cliche-da-arte-contemporanea)
Os trechos dados abordam a arte contemporânea e suas idiossincrasias. Deles, conclui-se que:
 

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