O principal propósito comunicativo do autor do texto é:
diferençar formações neológicas explicáveis pelas regras da língua daquelas que refletem reprodução acrítica de termos estrangeiros.
denunciar que a estropiação feita pelos brasileiros à própria língua é extensiva ao trato que dão a formas linguísticas importadas dos países desenvolvidos.
criticar, a partir de aportuguesamentos defeituosos, inúmeras falhas na compreensão e uso do inglês, por parte dos brasileiros.
registrar uma diferença cultural entre brasileiros e portugueses quanto à absorção de expressões neológicas.
denunciar a incorporação acrítica de formas linguísticas alheias à índole da língua portuguesa.
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