“De um lado, uma multiplicidade de células políticas, de outro, Estados fortes, mercantis ou francamente coloniais que, a partir da segunda metade do século XVIII, consolidam suas fronteiras, reduzindo-se a um único Estado, o português, ao qual sucede, em 1822, o Estado brasileiro.”
(Manuela Carneiro da Cunha, Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, 2009, p. 131.)
Como consequência do processo descrito pela autora, pode-se considerar que houve, no período imperial,