TEXTO PARA A QUESTÃO 31
“A prática escolar usualmente denominada de
avaliação da aprendizagem pouco tem a ver com
avaliação. Ela constitui-se muito mais de
provas/exames do que de avaliação. Provas/exames
têm por finalidade, no caso da aprendizagem
escolar, verificar o nível de desempenho do
educando em determinado conteúdo (entendendo
por conteúdo o conjunto de informações, habilidades
motoras, habilidades mentais, convicções,
criatividade etc.) e classificá-Io em termos de
aprovação/reprovação (para tanto, podendo utilizar-se
de níveis variados, tais como: superior, médio-superior,
médio, médio-inferior, inferior, sem
rendimento; ou notas que variam de O a 10, ou coisa
semelhante). Desse modo, provas/exames separam
os "eleitos" dos "não eleitos". Assim sendo, essa
prática exclui uma parte dos alunos e admite, como
"aceitos", outra. Manifesta-se, pois, como uma
prática seletiva”.
(LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da
aprendizagem na escola: reelaborando conceitos
e criando a prática. 2 ed. Salvador: Malabares
Comunicações e eventos, 2005).
Quando um professor fala em avaliação, muitos
alunos ficam com medo ou apreensivos quanto ao
que vai ser cobrado em uma prova. Esse é um
momento muito tenso e de muita pressão. Tratada
como método classificatório e a serviço da exclusão,
a avaliação escolar muitas vezes deixa de ser um
meio de tornar os atos de ensinar e aprender
produtivos e satisfatórios e passa a ser um processo
de constatação final de assimilação conteúdos. Para
superar esse quadro e fazer do processo de
avaliação um instrumento a serviço da
aprendizagem, é necessário que ela seja um ato de:
Provas
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