A.N.S., mulher de 25 anos, comparece à Unidade de Saúde da Família (USF) para receber orientações e testagem para infecções sexualmente transmissíveis. Após receber acolhimento e orientações pela enfermeira sobre as questões de saúde sexual e reprodutiva, foi encaminhada à consulta médica, onde reiterou o desejo de fazer sorologias para Sífilis e HIV, porque teve uma relação sexual não segura há aproximadamente dois meses. A.N.S negou feridas genitais, corrimento e sangramento vaginal e alteração urinária. Informa que a menstruação terminou há dois dias. No retorno à USF, trouxe consigo o resultado do exame de VDRL, com titulação de 1:8, mas o resultado do anti-HIV não havia chegado.
Em relação à conduta a ser tomada, o médico deve