Em nossa cultura contemporânea, já começa a fazer parte do imaginário social a ideia de que os cidadãos podem escolher livremente o estilo de família que querem ter e de que não devem ser penalizados por preferirem uniões alternativas à família heterossexual e monogâmica.
(Delaisi de Parseval, 1999.)
O modelo tradicional de família dá lugar a configurações bastante diferentes, mono, multi e homoparentais, dentre outras. Sobre o exposto e, ainda, considerando situações onde ocorre a criação da criança por um único adulto, mãe ou pai, que pode ser biológico ou adotivo, trata-se da família: