As décadas de 1980 e 1990 foram significativas em relação às discussões pela reestruturação da assistência psiquiátrica no Brasil, ora intensificadas ora intercaladas por períodos de lentidão desse processo. Resultou que os projetos de reforma não são homogêneos e as práticas são executadas conforme a concepção teórica dos trabalhadores de saúde mental. No entanto, a superação do modelo manicomial, deslocando-se o centro da atenção da instituição para a comunidade, encontrou ressonância nas políticas de saúde