Autores filiados à Teoria Critica da Comunicação defendem que a indústria cultural
promove a diversidade cultural e a democratização da comunicação ao facilitar o acesso á informação e à produção de conteúdo de diferentes regiões e abordagens.
padroniza a forma como as pessoas compreendem a realidade, tomando a cultura um produto para circulação e consumo massificados.
estimula a participação ativa e democrática do público como protagonista decorrente da facilidade de produção própria amadora e de alta qualidade de conteúdo midiático digital.
fomenta a produção de conteúdo independente, comercial ou não, ao disponibilizar tecnologias mais acessíveis e democráticas de produção e circulação de conteúdo a qualquer pessoa.
contribui para a emancipação intelectual do individuo, pois fornece abundância de informações para realizar a escolha mais consciente e, assim, sustentar o senso crítico do público.
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