Sergei Eisenstein nos apresenta no livro “O sentido do filme” uma concepção de montagem que “[...] engloba igualmente a montagem do cinema mudo e do cinema sonoro. Isto não quer dizer, porém, que, ao trabalhar com o cinema sonoro, não somos confrontados com novas tarefas, novas dificuldades e até métodos totalmente novos.” (EISENSTEIN, 2002, p. 52)
Para Eisenstein, a base segura de experiências para começar uma análise global dos fenômenos audiovisuais deve ser procurada: