A avaliação educacional, longe de se restringir a um instrumento técnico de verificação, envolve disputas sobre o sentido do conhecimento, o papel da escola e a concepção de sujeito. Conforme argumentam autores como Jussara Hoffmann, Hadji e Luckesi, a avaliação formativa e mediadora implica escuta, negociação e retorno intencional. No entanto, práticas escolares ainda confundem diagnóstico com classificação. Qual das alternativas representa uma apropriação crítica, e não simplificadora, da avaliação no campo da didática?