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2494002 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Quebrangulo-AL
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ótima, a dona Inácia.
Mas não admitia choro de criança. Ai! Punha-lhe os nervos em carne viva. Viúva sem filhos, não a calejara o choro da carne de sua carne, e por isso não suportava o choro da carne alheia. Assim, mal vagia, longe, na cozinha, a triste criança, gritava logo nervosa:
– Quem é a peste que está chorando aí?
Quem havia de ser? A pia de lavar pratos? O pilão? O forno? A mãe da criminosa abafava a boquinha da filha e afastava-se com ela para os fundos do quintal, torcendo-lhe em caminho beliscões de desespero.
– Cale a boca, diabo!
No entanto, aquele choro nunca vinha sem razão. Fome quase sempre, ou frio, desses que entanguem pés e mãos e fazem-nos doer...
LOBATO, Monteiro. Negrinha. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do
século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. p. 78.
As frases apenas podem ser completamente entendidas se prestarmos atenção ao contexto onde elas surgiram. Analisando as que estão sublinhadas no texto, há, respectivamente,
 

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