Síndrome do Colapso Oclusal é definida por Carranza em 2012 como alterações nas forças exercidas sobre os dentes e com a falta de reposição de dentes perdidos. Quando há perda de um dente ocorre deslocamento de dentes para o espaço ausente. O deslocamento geralmente ocorre em direção mesial combinado com uma inclinação ou extrusão além do plano oclusal. Um exemplo clássico é a perda dos primeiros molares permanentes que consiste nas alterações corretamente descritas na alternativa: