A litíase urinária é um problema muito frequente na prática urológica, com ônus significativo, tanto em nível pessoal para o paciente, quanto financeiramente para o sistema de saúde. Há relatos de litotomias terapêuticas realizadas, na Índia, há aproximadamente 3.000 anos. A prevalência da doença vem aumentando nas últimas décadas e, apesar dos avanços tecnológicos permitindo abordagens cada vez menos invasivas, a morbimortalidade em casos complicados com infecção continua a surpreender médicos e pacientes.
Considerando o tratamento da litíase potencialmente obstrutiva do trato urinário superior e o risco de sepse urinária, qual dos pacientes a seguir apresentados não foi tratado adequadamente?