Determinado candidato, servidor público,
afirmando estar preocupado com a baixa
participação democrática, contratou, com
recursos privados, diversos motoristas de
aplicativo para transportar qualquer eleitor de seu
bairro até o local de votação mais próximo. Os
motoristas foram instruídos a informar, no
momento que recolhiam os eleitores, que a
corrida não implicava nenhuma coação eleitoral,
devendo a pessoa se sentir livre para votar em
quem desejasse, tampouco foram recolhidas
quaisquer informações dos passageiros ou
distribuídos itens de propaganda eleitoral. Ao se
deparar com diversas ações propostas por
opositores do candidato, é correto afirmar que o
ocorrido infringiu as normativas eleitorais e,
portanto,