De acordo com Almeida e Malagris (2011), a assistência psicológica prestada nas unidades de terapia intensiva (UTI)
exige prontidão de conhecimentos por parte dos psicólogos, porque sempre se está esperando o desconhecido.
é exclusivamente focada no paciente, uma vez que, UTI, na maioria das vezes, compreende áreas restritas à circulação, principalmente de pessoas estranhas à equipe e onde, geralmente, os familiares têm pouco ou nenhum acesso, o que impede que o atendimento psicológico seja estendido à família.
deve ser pontual - ter início, meio e fim. Além disso, o psicólogo precisa ter habilidades que envolvem rapidez de raciocínio, perícia em ações e contar com o apoio de recursos da comunidade para encaminhamentos.
o psicólogo deve facilitar, criar e garantir a comunicação efetiva e afetiva entre paciente/família e equipe, identificando qual membro da família tem mais condições intelectuais e emotivas para estar recebendo as informações da equipe.
somente deve ser proposta àqueles pacientes cujo problema emocional principal tenha estreita ligação com sua patologia orgânica.
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