É denominado como processo que pode ser canalizado para uma perspectiva emancipatória, na medida em que, representa um possível conduto de politização dos usuários em relação à sua realidade de vida e a busca por alterações na qualidade dos serviços institucionais, além de se constituir como alternativa de fortalecimento de segmentos das classes subalternas na perspectiva da alteração da correlação de forças a seu favor e de resistência política. Paradoxalmente este processo que tanto pode qualificar as iniciativas populares, pode também acabar reforçando a responsabilização do sujeito com sua própria reprodução.