Perdurou por vários séculos na tradição filosófica da Antiguidade e no pensamento cristão o predomínio da ideia de infinito, fundado na natureza eterna dos gregos e no deus eterno dos cristãos. Contudo, a filosofia do século XX tendeu a dar maior importância ao finito, ao que surge e desaparece.
Esse interesse pelo finito verifica-se, por exemplo, numa corrente filosófica atuante, principalmente entre 1930 e 1950, que definiu o homem ou o humano como “um ser para a morte”, denominada: