Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
"De tudo ficou um pouco.
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
Considere o trecho do poema de Mário Quintana:
"De tudo ficou um pouco.
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores."
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores."
No último verso destacado ("Mas ele pode estar cheio de novas flores."), o termo que funciona como sujeito da oração é:
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