Barros, Régis Eric Maia e outros (2009) destacam que no Brasil, os pacientes em situações de crise raramente tiveram prioridade nas políticas de saúde pública. Com relação a um quadro de crise de Automutilação, definida como o impulso ou compulsão auto-agressiva em que o paciente realiza auto-lesões voluntárias causando a destruição ou a alteração deliberada de tecidos orgânicos sem intenção suicida consciente, que podem variar de intensidade, sendo as lesões leves caracterizadas por comportamentos como arranhar a pele com as unhas, queimar-se com pontas de cigarros. Este comportamento autodestrutivo intencional que causa danos aos tecidos do corpo com a intenção de provocar lesões não fatais para aliviar a tensão. Condição psiquiátrica bastante presente em adolescentes e adultos jovens na contemporaneidade.
Podemos afirmar que este comportamento acima descrito está associado a fatores como