[...] “Depois ela não se lembrava do sonho, disse que eu tinha inventado. O que eu faço com isto? De que me adianta saber como a Sandrinha raspava a manteiga, cantava uma música no chuveiro que ela jurava que existia, ‘Olará-olerê, tou de bronca com você’, que ninguém nunca tinha ouvido? E fechava um olho sempre que não gostava de alguma coisa, de uma sobremesa ou de uma opinião?” [...]
VERÍSSIMO, L. F. Em algum lugar no paraíso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p 129.
Assinale a alternativa correta quanto ao trecho do texto.