M, sexo feminino, 35 anos de idade, casada, 3 filhos, profissão cobradora de ônibus. Refere ter sido assaltada mais de 20(vinte) vezes nos últimos três meses. Ameaçada frequentemente por marginais. Relata longa jornada de trabalho, devido a horas extras. Marido desempregado ultimamente, há dois meses passou a sentir medo, recorda os episódios em que foi assaltada persistentemente, sonha que está no trabalho sendo assaltada. Atualmente com receio de retornar ao trabalho. Queixa ainda: insônia, irritabilidade e falta de atenção.
O diagnóstico é: