Diante da complexidade das demandas colocadas à profissão, o assistente social não deve restringir sua intervenção às abordagens que tratam as necessidades sociais como problemas e responsabilidades individuais e grupais. Isso porque todas as situações sociais vivenciadas pelos sujeitos que demandam seus serviços têm a mesma raiz estrutural e histórica na desigualdade de classe e suas determinações. Nessa perspectiva, a intervenção profissional não pode ter como horizonte somente a execução das atividades arroladas nos documentos institucionais, sob o risco de limitar suas ações à ótica da individualização das situações sociais e de abordar a questão social a partir de um viés
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