Na contemporaneidade, com a mudança do modelo de produção taylorista-fordista para o modelo de acumulação flexível, há importantes modificações nos modos de subjetivação dos trabalhadores e, consequentemente, na sua saúde mental. No atual modelo, há uma exacerbação do individualismo, um estímulo à competitividade entre pares, uma exigência de adaptabilidade e de flexibilidade do trabalhador e uma constante e fundamental ameaça de desemprego. Essas transformações