Sobre a intervenção fonoaudiológica nos distúrbios do movimento, é correto afirmar que:
Nas disartrofonias hipocinéticas, é comum a emissão de plosivas quando se quer produzir as fricativas e, em relação ao traço de sonoridade, a dessonorização.
A percepção da hipernasalidade está associada não só ao controle do esfíncter velofaríngeo no direcionamento do fluxo aéreo para a cavidade nasal, mas também ao grau de precisão articulatória e de velocidade de fala lentificada.
O tremor vocal é uma característica comum na maior parte desses casos e responde de forma positiva ao tratamento fonoaudiológico e medicamentoso.
Como em geral são pacientes que não apresentam alterações sensoriais, acabam tendo clareza das próprias debilidades e sofrem por perceber que não são bem compreendidos porque sua voz está fraca.
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