Paciente masculino de 76 anos, portador de DPOC confirmado por espirometria, sem outras morbidades, apresenta-se ao pronto atendimento do hospital com quadro de 2 dias de evolução caracterizado por piora da dispneia e aumento do volume de escarro, que inicialmente era claro e agora é amarelo. Passado de 4 internações no último ano, uma das quais com estadia em CTI e necessidade de ventilação mecânica através de tubo orotraqueal por 48 horas.
Ao exame: Sonolento, Glasgow 14 (AO = 4 / RM = 6 / RV = 4), corado, hidratado, anictérico, com cianose de extremidades.
AR: MV diminuído, com sibilância difusa e tiragens intercostais.
FR = 30 irm.
SpO2 = 90% em ar ambiente.
ACV: BNFNR 2 tempos, sem sopros.
PA = 130/70 mmHg.
FC = 105.
Abdome globoso, normotenso, indolor, sem massas ou visceromegalias.
Rx tórax: Área cardíaca normal.
Campos pleuro-pulmonares sem opacidades.
O melhor pacote de condutas para este paciente é: