Mulher, 43 anos de idade, nuligesta, sem antecedentes patológicos pregressos, queixa-se de dor suprapúbica significativa que piora com a distensão vesical e melhora após micção, há 2 anos. Concomitantemente, apresenta aumento da frequência urinária diurna, noctúria e vontade eminente para urinar. Ao exame físico, não foram detectados sinais de infecção vaginal, procidência de paredes vaginais ou perda de urina após manobra de Valsava. Solicitados exame qualitativo de urina e urocultura, ambos com resultados negativos. Qual o diagnóstico mais provável?