A síndrome de Lynch é uma doença autossômica dominante associada a mutações na linhagem germinativa nos genes do Sistema Mismatch Repair de reparo do DNA, sendo responsável por, aproximadamente, 5% de todos os casos de câncer colorretal. Os critérios para o diagnóstico clínico de tal síndrome foram estabelecidos em 1990 (Critérios de Amsterdam I) e atualizados em 1999, quando foram definidos os critérios de Amsterdam II. Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Três ou mais familiares com neoplasia associada à síndrome de Lynch (câncer colorretal ou câncer de endométrio; intestino delgado; estômago; hepatobiliar; de pelve renal; e, ureter), sendo um parente de 1º grau dos outros dois.
II. Famílias com casos de câncer colorretal em, no mínimo, duas gerações.
III. Famílias com um ou mais casos de câncer colorretal diagnosticados antes dos 50 anos de idade.
IV. Presença de câncer colorretal sincrônico ou metacrônico, ou outro tumor do espectro Lynch, independentemente da idade.
São considerados critérios diagnósticos de Amsterdam II para o diagnóstico da síndrome de Lynch apenas o que se afirma em