Em relação às fraturas do escafóide, assinale a alternativa CORRETA:
O risco de pseudoartrose aumenta com: atraso no tratamento por mais de 4 semanas; fraturas do polo proximal; deslocamento da fratura maior que 1 mm; osteonecrose; uso de tabaco e Instabilidade carpal associada (VISI).
A ressonância magnética pode ser útil para determinar se há fratura oculta do escafóide, especialmente no período agudo após a lesão. A especificidade é de 90% e a sensibilidade está entre 90% e 100%.
As fraturas do escafoide imaturo são comuns e podem ser difíceis de diagnosticar, envolvem mais comumente o escafoide distal e são efetivamente tratadas com imobilização gessada.
A cirurgia é geralmente indicada para apresentação tardia de uma fratura do escafóide, 4 a 6 semanas ou mais após a lesão, somente em fraturas deslocadas.
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