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1627343 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBFC
Orgão: EBSERH
O progresso ocorrido na assistência neonatal nas últimas décadas tem reduzido à mortalidade do recém-nascido (RN) prematuro e aumentado a sua morbidade. Esse fato tem ocorrido graças ao advento do surfactante exógeno, da terapia com corticoide antenatal e das novas estratégias ventilatórias, mas não previne a ocorrência da displasia broncopulmonar (DBP) que consiste em umas das principais causas de doença pulmonar crônica na infância. Com o objetivo de melhor definir a DBP e diferenciá-la da doença pulmonar crônica, em 2000 houve uma Conferência de Consenso nos EUA, onde se definiu a DBP como a lesão pulmonar presente em todo neonato que necessitou de concentrações de oxigênio acima de 21% por mais de 28 dias de vida. O RN deve ser submetido a uma avaliação para definir a gravidade da doença, conforme mostra a Tabela abaixo:
Tabela 1: Critérios de avaliação da gravidade da DBP
Idade
gestacional
RN < 32
semanas
RN !$ \ge !$ 32
semanas
Época da avaliação
36 semanas de IPM ou na alta hospitalar (o que vier primeiro)
36 semanas de
IPM ou na alta
hospitalar (o que
vier primeiro)
DBP leve Ar ambiente Ar ambiente
DBP moderada
Necessidade de FiO2 <0,30
Necessidade de
FiO2 <0,30
DBP grave
Necessidade de FiO2 !$ \ge !$ 0,30 ou CPAPn ou IMV
Necessidade de
FiO2 !$ \ge !$ 0,30 ou
CPAPn ou IMV
Adaptado por Jobe A. H. e Bancalari E., 2001
IPM = idade pós-mestrual; CPAPn = CPAP nasal; IMV
= ventilação mandatória intermitente.
De acordo com a tabela acima, assinale a alternativa que apresenta como pode ser classificada o grau da DBP de um RN nascido com 29 semanas de idade gestacional que ao completar 36 semanas de vida recebeu alta hospitalar, necessitando de 1L/min de oxigênio no cateter nasal.
 

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