A
O abscesso, em fase final ou evoluído, caracteriza-se por edema endurecido e consistente, dor severa, difusa e
pulsátil. Sem a drenagem do pus, o paciente pode apresentar trismo, disfagia, febre, mal-estar e cefaleia. O tratamento pode seguir com a abertura coronária para a
drenagem do pus e com a prescrição de analgésico de ação
central devido à dor intensa.
B
O abscesso em evolução caracteriza-se por dor difusa e pulsátil, mobilidade dental acentuada, sem resposta aos
testes térmicos de vitalidade pulpar, edema flutuante e
amolecido, com via natural para drenagem do pus e a
presença de um “ponto de flutuação”. O tratamento segue a
abertura do conduto radicular para a drenagem do pus, o
qual, caso não ocorra, preconiza-se pela drenagem
cirúrgica.
C
O abscesso, em fase inicial, caracteriza-se por dor difusa e
pulsátil, mobilidade dental acentuada, sem resposta aos
testes térmicos de vitalidade pulpar, edema flutuante e
amolecido, com via natural para a drenagem do pus e a
presença de um “ponto de flutuação”. O tratamento segue
por abertura do conduto radicular para a drenagem do pus, o
qual, caso não ocorra, preconiza-se pela drenagem
cirúrgica.
D
O abscesso, em fase inicial, caracteriza-se pela ausência de
edema aparente, dor intensa, localizada e pulsátil; apresenta
resposta negativa aos testes térmicos de vitalidade pulpar,
dor intensa à percussão e discreta mobilidade dental.
O tratamento requer abertura coronária, neutralização do
conteúdo necrótico com hipoclorito de sódio a 1%,
debridamento do forame apical para facilitar a drenagem,
irrigação com hipoclorito de sódio 1%, medicação intracanal,
restauração provisória com cimento de óxido de zinco e
eugenol tipo I e prescrição de medicação analgésica.
E
O abscesso, em fase final ou evoluído, caracteriza-se pela ausência de edema aparente, dor intensa, localizada e
pulsátil; apresenta resposta negativa aos testes térmicos de
vitalidade pulpar, dor intensa à percussão e discreta
mobilidade dental. O tratamento requer abertura coronária,
neutralização do conteúdo necrótico com hipoclorito de sódio
a 1%, debridamento do forame apical para facilitar a
drenagem, irrigação com hipoclorito de sódio 1%, medicação
intracanal, restauração provisória com cimento de óxido de
zinco e eugenol tipo I e prescrição de medicação analgésica.