Em 1750 o Juiz – Presidente Charles de Brosses lamentava a fachada do Palácio Pamphili, em Roma, tivesse sido reconstruída com uma espécie de ornamentação em filigrana mais própria para talheres do que para uma obra arquitetônica. Recorrendo a uma linguagem pitoresca deu-lhe o nome de barroco, começando assim o início da carreira da termo. Anos antes de Brosses introduzir o termo a crítica de arte, um crítico musical anônimo qualificara de barocque a música do Hyppolyte et Aricie de Rameau, obra estreada em 1733 e que na opinião deste critico era: