No que se refere à Perda Auditiva Induzida Por Ruído, é CORRETO afirmar que:
É uma doença de diagnóstico relativamente fácil, por ter suas características muito bem definidas: acomete mais intensamente um segmento da orelha interna (setor do órgão de Córti localizado na espira basal da cóclea) e tem uma representação típica nos audiogramas, com um entalhe nas baixas frequências. Em certas situações, em que a intensidade da perda não corresponde à real exposição, ou quando existem outras doenças auditivas associadas, ou ausência de audiometria anterior para referência o seu diagnóstico diferencial traz algumas dificuldades.
Cessada a exposição ao nível elevado de pressão sonora, não há progressão da PAIR. Exposições pregressas não tornam o ouvido mais sensível a exposições futuras; ao contrário, a progressão da perda se dá mais lentamente à medida que aumentam os limiares auditivos.
Características físicas do agente causal (tipo, espectro, nível de pressão sonora), tempo e dose de exposição são fatores que não influenciam nas perdas auditivas, uma vez que a suscetibilidade individual é o fator determinante para o desencadeamento ou agravamento da PAIR.
O procedimento utilizado para subsidiar o diagnóstico da Perda Auditiva Neurossensorial por Exposição Continuada ao Ruído Ocupacional é a Avaliação Audiológica, que inclui apenas anamnese clínica e ocupacional, exame físico e otológico e exames audiométricos.
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