O Congresso da Virada (1979) representa um marco no desenvolvimento do Serviço Social no Brasil, na medida em que consolida o movimento de ruptura com o tradicionalismo profissional. É inegável que a cultura profissional trazida por esse movimento e que atravessou as últimas quatro décadas se mantém viva, mas são novas e complexas as questões que desafiam a profissão em função do atual cenário político-econômico que evidencia o conservadorismo com sua agenda econômica ultraneoliberal. Conforme Mota e Rodrigues (2020), a conjuntura atual colide com o legado do referido Congresso, favorecendo a aparição no interior do Serviço Social brasileiro, de forma organizada e pública, de tendências contrárias ao projeto ético-político profissional, entre as quais: a aversão à maturação intelectual conquistada pelo Serviço Social brasileiro e a revalorização do pragmatismo e da
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