Adolescente, 15 anos, sexo feminino, portadora de epilepsia mioclônica juvenil (EMJ), apresenta-se em consulta acompanhada pela mãe, após encaminhamento do neurologista. Foi solicitada uma interconsulta com o objetivo de avaliar possíveis comorbidades psiquiátricas. A paciente apresenta, além das crises compatíveis com o diagnóstico de EMJ, outras crises semanais, que ocorrem com frequência na escola. Não foram encontradas alterações no vídeo-eletroencefalograma associadas a estes episódios, somente às crises características da EMJ. Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica é:
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