No livro Educação e construção do conhecimento, o autor fala que a chamada Pedagogia Convencional é, segundo a crítica de Paulo Freire, centrada no professor. Contrária a ela, surge uma pedagogia centrada no aluno (laisser-faire), proposta viabilizada por um movimento de renovação do ensino, que surgiu no fim do século XIX e ganhou força na primeira metade do século XX, denominado de: