São critérios diagnósticos laboratoriais da sífilis adquirida e na gestação, EXCETO:
as amostras com títulos elevados podem apresentar resultados falso-negativos quando triadas sem uma diluição adicional (1:8 ou 1:16), devido ao “fenômeno prozona”, que consiste na falta de reatividade no teste realizado em uma amostra que, embora contenha anticorpos não treponêmicos, apresenta resultado não reagente quando é testada sem diluir.
provas diretas como a pesquisa direta de T. pallidum na sífilis recente primária e secundária realizada pela microscopia de campo escuro.
testes treponêmicos como Testes de Hemaglutinação e aglutinação passiva (TPHA) e Teste de imunofluorescência indireta (FTA-Abs), úteis para confirmação do diagnóstico. Atualmente também podem ser utilizados como estratégia de rastreio inicial. Na maioria das vezes, permanecem positivos mesmo após o tratamento.
testes não treponêmicos como o VDRL. O resultado deve ser expresso em títulos (1:2, 1:4, entre outros). As amostras com títulos elevados podem apresentar resultados falso-negativos quando triadas sem uma diluição adicional (1:8 ou 1:16), devido ao “fenômeno prozona”, que consiste na falta de reatividade no teste realizado em uma amostra que, embora contenha anticorpos não treponêmicos, apresenta resultado não reagente quando é testada sem diluir. O teste não-treponêmico torna-se reagente cerca de 1 a 3 semanas após o aparecimento do cancro duro. Se a infecção for detectada nas fases tardias da doença, títulos baixos (< 1:4) podem persistir por meses ou anos. Pessoas com títulos baixos em testes não treponêmicos, sem registro de tratamento e sem data de infecção conhecida devem ser consideradas como portadoras de sífilis latente tardia, devendo ser tratadas.
pessoas com títulos baixos em testes não treponêmicos, sem registro de tratamento e sem data de infecção conhecida não devem ser consideradas como portadoras de sífilis latente tardia, não devendo ser tratadas.
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