É também sabido que, há várias décadas, a parcela mais significativa da produção artística nos centros metropolitanos e legitimadores do mercado de arte erudita pouco tem a ver com a procura e apreciação do “Belo” que marcou a origem da filosofia moderna sobre arte e estética no século XVIII. Muito do que é produzido na vertente, hoje em dia dominante, da arte conceitual, tem mais a ver com o questionamento de tal definição do que com sua afirmação. (Lagrou, 2009)
Para a autora, o que os artistas conceituais visam com sua obra é