“A integração social das pessoas portadoras de deficiência, antes de mais nada, é um processo subjetivo e afetivo, e está relacionado à representação social dos estereótipos que as pessoas, de modo geral, têm a respeito dos deficientes. Essa representação social inclui a atuação dos profissionais especialistas que perpetuam a segregação e dependência de “sua” clientela, decidindo sobre seu destino e servindo de intermediários em sua relação com o mundo.” (Glat, 1995).
No contexto citado, para amenizar essa situação da pessoa portadora de deficiência, é correto afirmar que seria eficaz se