De acordo com os Cadernos de Atenção Básica – Saúde Mental (2013), é correto afirmar:
O sofrimento apresentado por uma pessoa não pode ser facilmente caracterizado como doença, dado que toda investigação causal, seja ela biológica, psicológica ou sociológica, aponta para um grande número de fatores de vulnerabilidade, que interagem de forma dinâmica ao longo da história de vida de cada pessoa, sem que nenhum deles seja determinante.
O cuidado na atenção básica é vinculado à presença da doença, que por sua vez mobiliza os cuidados dos profissionais de saúde ao tomar essa doença como ponto de partida em detrimento à pessoa que traz o sofrimento.
A expressão doença mental e seus eufemismos podem induzir a pessoa, seus familiares e sua comunidade a um fato concreto e assertivo relacionado à ideia de doença e a um julgamento moral sobre a pessoa e seus comportamentos
As pessoas que procuram por auxílio em saúde mental apresentam algumas síndromes consideradas mais frequentes na atenção básica, sendo elas a depressiva, ansiosa e de somatização, sendo que estas se apresentam de forma isolada com cursos clínicos distintos e estáveis.
O risco de sofrimento mental não tem relação com a vulnerabilidade e fatores como gênero, cor da pele, renda, escolaridade e trabalho. Além disso, fatores marcantes na vida das pessoas não levam a sofrimento mental, mas a momentos de plenitude.
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