Gomes (2008) afirma que conhecer a construção histórica das desigualdades não implica um trato igualitário e democrático em relação àqueles considerados diferentes. No entanto, o currículo escolar pode ser o espaço para a inserção da diversidade, compreendendo as causas políticas, econômicas e sociais de fenômenos como etnocentrismo, racismo, sexismo, homofobia e xenofobia. Para que isso aconteça, a autora acredita que é preciso: