Conforme Villas-Boas (2010) e a Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG) existem três classes de formatos de arquivo para dar fluxo à produção – seja para produção de fotolitos em birôs, para impressões digitais ou para geração de chapas CtP ou CtPress. Porém, segundo o autor e a ABTG, existe um padrão mais recomendado, que caminha para se tornar o padrão geral do mercado, e já adotado pelas maiores editoras e gráficas do país. Sendo assim, assinale o formato de arquivo mais indicado pelo autor e pela ABTG: