Uma
das fontes alternativas de abastecimento de água, público ou privado,
são as águas subterrâneas. A exploração inadequada destas águas pode
resultar na alteração indesejável de sua quantidade e qualidade. A
explotação e utilização de águas subterrâneas também requerem
autorização e licença dos órgãos competentes.
Apesar
dos custos iniciais de perfuração dos poços em muitos casos não serem
significativos, outros custos devem ser considerados, como os custos
relativos à gestão da qualidade e quantidade desta água e os custos de
energia. Além disso, com a possibilidade da cobrança pelo uso das águas
subterrâneas pelos Estados, a aparente economia em muitas situações será
eliminada, uma vez que os volumes captados farão parte da formulação
dos preços.
Em função das características geológicas
locais, o aprofundamento do poço poderá ser a solução para obtenção de
maiores vazões e melhor qualidade da água extraída. No entanto, em
outros locais, esta mesma solução poderá resultar na redução substancial
das vazões obtidas e na perda da qualidade da água.
Também em função da falta de cimentação adequada do espaço anelar do
selo sanitário e de outras deficiências técnicas - construtivas,
operacionais, manutenção e abandono dos poços, podem-se ter processos de
contaminação ocasionados pelas águas poluídas de camadas vizinhas ou
mais rasas.
Na gestão deste recurso hídrico faz-se
necessário o conhecimento de sua ocorrência, legislação pertinente,
propriedades do seu reservatório e metodologia de extração.
O Teste de aqüífero é definido como sendo um bombeamento que tem por finalidade a determinação dos parâmetros hidrodinâmicos do meio poroso, entre os quais: