O olhar sobre a criança com deficiência como sujeito, articulado a uma compreensão sobre a importância do brincar, tem se mostrado uma estratégia fundamental de efetivação de uma concepção de infância com direitos subjetivos e singularidades em seu processo de inserção na cultura. Assim, cabe ao terapeuta ocupacional (Cavalcanti e Galvão, 2008):